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Sul-coreanos mantêm trabalho em polo industrial, apesar de tensão com Norte.

Sul-coreanos ainda trabalham no parque industrial de Kaesong Foto: Animal planet

Sul-coreanos ainda trabalham no parque industrial de Kaesong.

Centenas de sul-coreanos descartaram a possibilidade de deixar as fábricas na Coreia do Norte na quinta-feira, no parque industrial de Kaesong, que passou a fazer parte do grave impasse que afeta os dois países.

Para aqueles que trajeto ao trabalho envolve uma viagem através da fronteira mais fortificada do mundo e em um dos Estados mais repressivos, as tensões desta semana se mostraram como mais um sinal da precariedade de seu meio de vida precárias.

A crise mostrou ainda como os sul-coreanos tornaram-se em grande parte acostumado às ameaças de seu vizinho pobre e belicoso.

Na quarta-feira, Pyongyang barrou o acesso ao polo industrial de Kaesong, onde 123 empresas sul-coreanas, em sua maioria pequenas, empregam 50.000 trabalhadores da Coreia do Norte para fazer roupas, sapatos e outros produtos.”Eu tenho quatro dependentes em minha família. Nós não fomos lá por motivos políticos, nós estávamos lá para fazer a nossa vida”, disse Kwon Bo-sol, um motorista de 44 anos de idade, que estava esperando na fronteira da Coreia do Sul, na cidade de Paju, para ver se ele seria liberado o abastecimento de caminhões na zona.

4 de abril – Tanques sul-coreanos se movem para conduzir treinamento militar nas proximidades da zona deslimitarizada na fronteira entre as duas Coreias, em Paju.

Pyongyang permitiu que os gerentes das fábricas sul-coreanas e os trabalhadores deixem Kaesong, a cerca de 5 km (3 milhas) dentro do território da Coreia do Norte.

Mas de 828 pessoas que passaram a noite lá apenas 222 tinham indicado que queriam voltar para a Coreia do Sul na quinta-feira, o restante tentava manter as fábricas funcionando.

Muitos sul-coreanos esperaram durante todo o dia na quinta-feira em Paju, na esperança de conseguir acesso à área. Alguns mostraram preocupação com um possível corte no fornecimento de gás que afetaria o funcionamento de equipamentos em suas fábricas. 

Um trabalhador que retornou ao Sul pediu aos jornalistas para não sensacionalizar o impasse.

Fábrica colombiana propõe roupa blindada para crianças nos EUA.

Empresário criou linha infantil após massacre em escola em Connecticut.
Preços que variam de US$ 200 a US$ 400.

Empresário colombiano mostra linha de roupas infantil blindada (Foto: AFP)

Empresário colombiano mostra linha de roupas infantil blindada.

Há 20 anos o colombiano Miguel Caballero desenha e fabrica trajes blindados para governantes e personalidades ao redor do mundo, mas, agora em 2013, o empresário está lançando uma linha infantil, inexistente até então, com o objetivo de vender às crianças nos Estados Unidos.

A ideia do empresário surgiu com a tragédia na escola primária da cidade americana de Newtown, na qual morreram 20 crianças e seis adultos em meados de dezembro, quando Caballero disse que começou a receber pedidos de pais muito angustiados.

Por isso resolveu criar as roupas infantis e as submeteu a testes balísticos. Uma primeira remessa de 1.800 peças já está pronta para ser comercializada.

Ante o dilema de dizer a uma criança que ir à escola pode ser perigoso e que, por isso, deve usar um colete à prova de balas, o designer diz que seu produto não pretende ser de uso diário, e sim um roupa de emergência que os professores entregarão aos alunos em caso de necessidade.

A linha infantil está destinada para crianças entre 8 e 16 anos, a preços que variam de US$ 200 a US$ 400.

Ativistas tiram as roupas na Espanha contra uso de pele na indústria têxtil.

Mulheres e homens maquiaram corpo simulando retirada de pele.
A manifestação aconteceu neste domingo (2), em Madri.

Ativistas pelos direitos dos animais tiraram as roupas e pintaram os corpos de vermelho, representando sangue, durante protesto realizado neste domingo (2) em Madri, na Espanha.

Os integrantes da organização não governamental AnimaNaturalis fizeram manifestação contra o uso de pele animal na indústria têxtil.

Ativistas ambientais tiraram as roupas neste domingo (2) durante protesto contra o uso de pele de animais na indústria têxtil (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)

Ativistas ambientais tiraram as roupas neste domingo (2) durante protesto contra o uso de pele de animais na indústria têxtil.

 

O protesto aconteceu na cidade de Madri, capital da Espanha (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)
O protesto aconteceu na cidade de Madri, capital da Espanha.
Os manifestantes fizeram maquiagem pelo corpo, simulando a retirada de parte da pele.  (Foto: Pierre-Philippe Marcou/AFP)
Os manifestantes fizeram maquiagem pelo corpo, simulando a retirada de parte da pele.