Baleia é o prato típico da Groenlândia; veja curiosidades da ilha


O jornal espanhol El País listou 15 motivos que fazem da Groenlândia um destino único e exótico.

Os supermercados da Groenlândia têm todos os produtos encontrados num supermercado comum, mas tudo o que você encontra é trazido de fora da ilha. Não se produz nada localmente, a não ser derivados de peixe.

Imensa ilha gelada entre a costa norte do Canadá e a Islândia, a Groenlândia é um território autônomo da Dinamarca, com paisagens selvagens e impressionantes para viajantes aventureiros. A linha aérea Air Greenland tem voos entre diversas cidades, como a capital Nuuk, Kangerlussuaq, Narsarsuaq, Copenhague, na Dinamarca, Reykjavik, na Islândia, e Iaqluit, no Canadá.  

 

Há belos fiordes, auroras boreais, ursos polares e muitas paisagens estonteantes para quem faz a viagem a este destino remoto. O prato nacional é a carne de baleia e o local tem apenas dois semáforos. A seguir, veja essas e outras curiosidades sobre a Groenlândia na lista do jornal espanhol El País.

 

1. Na Groenlândia, não existe direito de propriedade, todas as terras são comunais.

 

2. As tubulações de água e esgoto são aquecidas: se não fosse assim, congelariam e estourariam com o frio durante o inverno.

 

3. Os supermercados da Groenlândia têm todos os produtos encontrados num supermercado comum, mas tudo o que você encontra é trazido de fora da ilha. Não se produz nada localmente, a não ser derivados de peixe.

4. Junto com a foca, a baleia é o prato nacional da Groenlândia. Mas o mais apreciado no local não é a sua carne (vendida por preço baixo), e sim sua pele,  consumida crua ou em sopas, oferecendo os benefícios de sua grande quantidade de vitaminas.

 

5. Não existe nenhuma estrada que una dois núcleos habitados da Groenlândia. Para ir de um lugar a outro, é preciso ir de avião, barco, trenó ou moto de neve.

 

6. Uma camada de gelo de até 3 km de espessura cobre mais de 85% dos 2 milhões de km² que formam a Groenlândia. Os 57 mil habitantes vivem em trechos de litoral não cobertos pelo gelo.  

 

7. A Groenlândia inteira tem apenas dois semáforos, situados na mesma rua da capital Nuuk.  

 

8. Na década de 50, a Dinamarca começou um plano forçado para assentar os nômades esquimós groenlandeses em casas de madeira. Isso para controlar os habitantes e oferecer serviços melhores. Esta transição de uma cultura pré-histórica tradicional a uma vida forçada em cidades levou a Groenlândia a ter altas taxas de suicídios e problemas de alcoolismo entre nativos.

 

9. A Groenlândia se sente independente, votou majoritariamente pelo direito à autodeterminação num plebiscito em 2008, e celebra o dia da independência em 21 de junho. Mas a ilha ainda depende da Dinamarca e não poderia sobreviver sem os 450 milhões de euros anuais aportados por Copenhague.

 

10. Um dos acessórios mais vendidos nas lojas da Groenlândia são redes para a cabeça contra mosquitos. Os mosquitos groenlandeses são enormes e muito vorazes.

 

11. A Dinamarca proibiu o acesso de estrangeiros na Groenlândia, considerada como uma colônia, até 1953. Antes disso, apenas alguns cientistas eram autorizados pontualmente a explorar o território.

 

12. Quando os primeiros vikings chegaram à Groenlândia, no ano de 982, a região meridional encontrava-se desabitada e menos coberta de gelo do que hoje. As planícies cobertas de plantas deram o nome de Greenland (Terra Verde) a este grande território branco.

 

13. Leis Ereikson, filho de Eric Thorvaldsson, conhecido como Vermelho, foi o mais famoso conquistador viking que chegou à Groenlândia após partir da ilha até o litoral do Canadá. Isto daria a ele o título de descobridor da América antes mesmo de Cristóvão Colombo.  

 

14. Construída por Eric, a primeira igreja cristã da Groenlândia foi também a primeira da América. Hoje, uma reprodução da estrutura original pode ser apreciada na cidade de Qassiarsuk.

 

15. A Groenlândia é o único território a ter deixado a União Europeia. Após ter entrado no Mercado Comum com a Dinamarca, os habitantes determinaram a saída através de um plebiscito para proteger seus interesses pesqueiros. 

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