CASA Rio Amazonas promove palestras sobre sexualidade


Eventos esclareceram dúvidas e trabalharam conceitos como diversidade sexual, relacionamento e doenças sexualmente transmissíveis.

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Mais de 50 adolescentes em medida socioeducativa no centro Rio Amazonas, pertencente à Divisão Regional Metropolitana de Campinas (DRMC) participaram neste mês de duas palestras sobre sexualidade e diversidade sexual realizadas no centro.

As palestras foram ministradas pela psicóloga Bárbara Dalcanale Meneses, do Centro de Referência LGBT da Secretaria de Cidadania e Inclusão Social da Prefeitura de Campinas e tiveram como objetivo esclarecer dúvidas desses jovens e combater o preconceito contra a diversidade sexual.

Nesta quinta-feira (11 de julho), o evento abordou a questão da sexualidade e esclareceu as principais dúvidas dos adolescentes sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), gravidez e relacionamento com as parceiras.

Já na palestra da terça-feira (02 de julho) a psicóloga trabalhou a diversidade sexual com os jovens, falando sobre assuntos como homossexualismo, transexualismo, orientação sexual e preconceito.

De acordo com a diretora do centro socioeducativo, Fábia Reis, ambos os eventos foram esclarecedores e promoveram uma grande interatividade com os jovens. “Eles participaram bastante, pois muitos viam por exemplo, a homossexualidade como um desvio de caráter e tinham uma visão muito restrita sobre o assunto”, disse.

Fábia também explica que as palestras ajudaram a quebrar tabus dos jovens e a reduzir o preconceito. “A psicóloga trouxe informações mais técnicas para os jovens, que só conheciam o assunto por meio do senso comum. Com essa desmistificação, acredito que agora eles terão menos preconceito sobre o assunto”, comenta. 

Um dos participantes da palestra, o jovem Pedro (nome fictício), de 15 anos, reconheceu que a palestra proporcionou mais conhecimento sobre essas questões. “Antes eu não sabia nada sobre este assunto, só agora eu aprendi o que significa a sigla LGBT e a diferença de cada uma das letras. Aprendi também que a orientação sexual não tem a ver com uma escolha da pessoa e nem interfere em seu caráter”, disse. 

O jovem Carlos complementa acrescentando que o evento foi muito esclarecedor e que a visita da psicóloga poderia ser uma atividade de rotina no centro. “Pedimos para ela voltar, pois queremos conversar mais sobre o assunto”, conclui.

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