Novelas mostram curiosidades e belezas de bairros de São Paulo.


“Acho que a Paulista representa bem São Paulo”, diz a atriz Paolla Oliveira.
Sophie Charlotte visita pela primeira vez o bairro da Casa Verde.

São Paulo, 11 milhões de habitantes. Paulistanos, paulistas, cariocas, mineiros, baianos. Gente do Brasil inteiro e do mundo todo reconhecendo na tela da TV a metrópole onde vive.

Na novela das 21h, “Amor à Vida”, parte dos personagens trabalha em um hospital. E isso na Paulista é ficção baseada na realidade. Na região, há 17 hospitais, alguns dos mais importantes do país. Um em cada quatro leitos hospitalares da cidade está lá.

“Acho que a Paulista representa bem São Paulo. Tem de tudo um pouco, ela é grandiosa, ela tem o nosso trânsito, que é a cara de São Paulo, que não tem como falar”, diz Paolla Oliveira.  A protagonista se diz à vontade. “É bom saber que a novela se passa na sua cidade, onde você conhece bem, onde você já tem o ritmo”, completa.

Carioca do Leblon criado em São Paulo, Antonio Fagundes sabe onde está pisando. “Essa cidade tem ângulos tão bonitos, tem recantos tão bonitos que eu acho até que essa novela vai começar a mostrar um pouco isso, coisas que as pessoas suspeitam que não existam em São Paulo e não é verdade. É só quem não se deu o trabalho de olhar”, analisa Antonio Fagundes.

Mas é na novela das sete, ‘Sangue Bom’, que dois bairros bem tradicionais têm destaque. Vamos começar com o da mulher-mangaba.

Levamos a Ellen Roche para o bairro da Pompeia, na Zona Oeste de São Paulo, primeiro para ela nos explicar por que “solteirinha da Pompeia”?“É uma música superdivertida de ‘Sangue Bom’, feita pelo Vincent Villari”, explica.

O Vincent é um dos autores da novela, e reconhece que a letra não faz mesmo muito sentido.

“Eu gostava da palavra trela. O que rimava com trela? Solteirinha da onde? Eu moro na Pompeia, qual é a primeira coisa que me ocorreu? Pompeia dá pra fazer jogo com trela”, diz Vicent Villari. Deu certo. Nas ruas, o passinho pegou.

Mas o bairro que está dando mesmo o que falar em ‘Sangue Bom’ é a Casa Verde, que fez 100 anos e ainda guarda muito do passado. “Eu costumo dizer que Casa Verde é um bairro provinciano, pequeno, onde todos se conhecem, você sai na rua, cumprimenta os vizinhos”, destaca José Martiniano, diretor da Sociedade Amigos da Casa Verde.

“Essa coisa de morar nos Jardins é uma coisa realmente que não passa pela cabeça das pessoas que têm a sorte de viver num bairro onde todo mundo se conhece, onde todo mundo se cumprimenta, onde você realmente se importa com a vida do outro”, analisa Maria Adelaide Amaral, autora da novela.

Mas a personagem principal de ‘Sangue Bom’ não gosta nada desse estilo. “Aquele lugar, aquelas pessoas, os vizinhos, a gritaria, o cheiro de fritura, a garota do meu fã-clube, aquele mundo pequeno e mesquinho foi me dando vontade de sair correndo”, disse ela em um capítulo da novela.

“Quem nasceu na Casa Verde está bravo com ela, né?”, aponta uma moradora.

“O problema é ela, não é a Casa Verde”, avalia outra.

A Amora não está muito bem na fita, não, mas a atriz que faz a amora, a Sophie Charlotte está fazendo muito sucesso, e a gente a levou para a Casa Verde. “É a primeira vez que eu venho à Zona Norte”, revela a atriz.

Fantástico: Você não chegou a gravar nenhuma cena da novela?
Sophie Charlotte: Nenhuma. Primeira vez.

Para pegar a atriz direto pelo estômago, um dos mais premiados pastéis da cidade!

Fantástico: Você acha que a Amora gostaria desse pastel?
Sophie Charlotte: A Amora eu não sei, porque ela é bem adepta do suco verde, mas a Sophie adora se jogar num pastel bem gostoso, quentinho que nem esse. Está uma delícia!

O Fantástico mostra para ela uma surpresa, para a atriz contar para Amora: um samba que diz: “Amora, você ‘tá por fora, querida. / Se liga no close, não faz essa pose / que não me conquista. / A gente, que vive com pouco, / se veste no estilo e se vira nos 30. / A Casa Verde não precisa de estilista. / Sambando no chão ou no asfalto, / deslumbrando a avenida, / a Casa Verde é um reduto de sambistas. / Se liga, Amora!”.

“Arrasaram! Amei! E a amora vai aprender muito com isso, tenho certeza”, destaca Sophie.

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