Brasileira é finalista na disputa pelo “melhor estágio do mundo”.


Publicitária participa de campanha para estágio na Europa, Ásia ou EUA

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A brasileira Jéssica Rafaiel, 21 anos, que mora na cidade de Palhoça (SC), está na final do concurso para o chamado “melhor estágio do mundo”, criado pela empresa de idiomas EF Education First. A brasileira concorreu com aproximadamente 38 mil candidatos e atualmente está entre os 32 finalistas.

A vaga é concorrida porque oferece dois meses de trabalho na sede da EF em Zurique (Suíça), um mês em um de 50 destinos à escolha do vencedor e três meses nos escritórios centrais da rede em Bruxelas (Bélgica) – com voo e acomodação pagas durante todas etapas. Além de viajar, o escolhido receberá salário de US$ 1 mil por mês, ou cerca de R$ 12 mil em seis meses.

Jéssica se formou em março deste ano em publicidade, na Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Para ela, disputar uma vaga com pessoas do mundo inteiro é motivador. “A questão de disputar a vaga é um desafio muito interessante. Além disso, é mais uma grande oportunidade de já começar a vida profissional no mercado internacional”, afirma.

Jéssica conta que já fez um estágio de seis meses na Espanha, em 2011, e que o mais importante dessas experiências fora do País é poder trocar informações com culturas diferentes. “O estágio na Espanha me trouxe uma experiência muito grande. Você aprende a visualizar diferente, conhece novas culturas, e tem a oportunidade de conhecer as coisas por um ângulo um pouco maior. Essa diferença de conhecer novas culturas e novas maneiras de trabalho é o ponto mais importante”, conta.

Para participar do concurso, os concorrentes precisaram enviar um vídeo de no máximo 3 minutos descrevendo como o estágio vai impactar seu futuro. Quem quiser ver o vídeo de Jéssica deve acessar o site http://www.ef.com/campaign/globalintern/videos/. A segunda etapa do concurso acabou no dia 26 de abril. O resultado será divulgado na sexta-feira, dia 10 de maio.

Apesar de valorizar a experiência internacional, a brasileira afirma que não pretende seguir carreira fora do País. “Eu pretendo começar fora do País com essa oportunidade, mas minha intenção é voltar. O estágio vai dar um ‘up’ (salto) grande no meu currículo, mas eu quero voltar para o Brasil e buscar algo por aqui mesmo”, conclui.

 

Confira os erros mais frequentes na hora da entrevista

Ficar nervoso durante uma entrevista e cometer algumas gafes é uma situação normal, segundo os especialistas em recrutamento. Pequenos erros de vocabulário – dependendo da vaga – ou desconhecimento de alguma particularidade da empresa em que o candidato quer trabalhar também podem ser relevados. Contudo, há falhas que tiram qualquer chance do pretendente em um processo seletivo.

Confira a seguir as mais comuns e o que fazer para evita-las.

Atraso

O primeiro erro cometido pelos candidatos a uma vaga de trabalho é não comparecer ao local no horário estabelecido. Para a Eliane Figueiredo, presidente da consultoria Projeto RH, o atraso só é permitido caso haja um motivo muito forte. “O primeiro erro na entrevista é chegar atrasado. É recomendado que as pessoas saiam com antecedência de suas residências, ainda mais em grandes cidades, onde você nunca sabe o que pode encontrar pela frente. Hoje em dia, o mínimo que se pode fazer é ligar, avisar que está atrasada. Mesmo assim, em alguns casos é fatal, como em uma dinâmica de grupo, por exemplo, no qual um atraso pode te deixar por fora de todo o ocorrido”.

Vestimenta

De acordo com os especialistas, cuidar da aparência para uma entrevista de emprego é de vital importância. Abusos e desleixos causam má impressão nos avaliadores. Mesmo assim, não são necessárias roupas de grife ou de alto valor, mas sim uma vestimenta adequada a qual vaga o candidato busca. Uma oportunidade em uma agência de publicidade ou em um banco, por exemplo, podem admitir diferentes formas de se vestir. “Não se vista de forma informal demais. Algumas candidatas vão a uma entrevista sem nenhum critério, abusando de decotes ou saias curtas demais. Já os homens chegam suados, de jeans, o que dependendo do cargo, é inaceitável”, afirma Gisele Diniz, gerente de recrutamento e seleção da Arezzo RH.

Despreparo

O nervosismo é uma situação normal durante uma entrevista de emprego, afirmam os especialistas. Mas nervosismo é diferente de falta de preparo, o que é tido como um dos principais erros cometidos nesta etapa da seleção. “Muitas vezes o candidato não pesquisou absolutamente nada sobre a empresa que ele está tentando a vaga. Alguns até pronunciam o nome errado da empresa”, afirma Eliane Figueiredo. Para não ser surpreendido, é necessário estudar políticas e ações das companhias. “É necessário se preparar. Entre na internet, veja os serviços e os produtos que a empresa faz. Entender a empresa e seus concorrentes é fundamental, porque preparação é tudo”, afirma Luiz Edmundo Rosa, diretor da Associação Brasileira da Recursos Humanos.

Vocabulário

Erros de português são levados a sério por parte dos examinadores. Caso a vaga necessite de um vocabulário perfeito, este tipo de equívoco pode levar o candidato à desclassificação imediata. “Erros de português são muito comuns. Ao telefone, ao vivo, enfim, não pega bem em lugar nenhum”, afirma Eliane Figueiredo. Outro problema é o uso das gírias. Segundo Gisele Diniz, os candidatos que abusam das gírias e as frases sem sentido acabam se desqualificando perante os outros. “A gurizada de hoje em dia utiliza muito gírias, frases sem sentido, gerundismo. Caso o cargo não necessite muito de um excelente português, isso até que pode ser relevado, mas se for para um cargo mais sênior, isso conta muito”, afirmou.

Falar demais. Ou falar pouco

O candidato monossilábico pode passar a mesma impressão de alguém que fala muito, deixando uma vaga impressão do seu real potencial. “Os dois são problemas. Pois quando alguém é muito prolixo, começa a contar histórias, mostra que não tem objetividade. Se é monossilábico, sem desenvolver uma ideia, sem justificativa, também não demonstra. A inadequação está na não percepção do contexto da entrevista”, afirma Luiz Edmundo Rosa. De acordo com ele, o diálogo com o entrevistador deve ocorrer de forma com que ambos possam dar e receber informações, sendo que o candidato deve estar apto a fazer perguntas pertinentes sobre a empresa.

Falar mal da empresa anterior

Outro erro crucial na hora de uma entrevista de emprego é falar dos defeitos e problemas do emprego anterior. Segundo os especialistas, o candidato não deve deixar a impressão de que todos os erros são culpa da empresa. “Um erro recorrente é o profissional ficar só falando do que ele fez certo e do que a empresa deveria ter feito para ele, isso é um erro porque fica parecendo que a empresa está sempre errada. Ele deve apresentar qual era a sua missão, quais eram seus resultados na época ou ocasião e quais ações ele tentou”, disse Carlos Contar, diretor do Grupo Business Partners Consulting.

Focar no salário

Discutir o salário durante a entrevista de emprego é um procedimento normal. O incorreto é focar apenas na remuneração, deixando em primeiro plano durante o diálogo. “Um erro é só perguntar em relação a salário e benefícios. Quando perguntamos se a pessoa tem interesse na vaga, ele já pergunta qual o salário, isso é um erro. O salário é o segundo fator sempre. Nenhuma empresa busca uma pessoa que só aceite o trabalho pelo dinheiro”, afirmou Figueiredo.

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