Rio 2016: surfistas querem esporte como exibição e têm apoio do ministro.


Aldo Rebelo ganha prancha e se comprome com empresários, dirigentes e atletas a mandar carta ao COI apoiando a apresentação do surfe nos Jogos.

Ministro Aldo Rebelo surfistas 2016 (Foto: Roque de Sá / Divulgação)

Ministro Aldo Rebelo recebe representantes do
surfe em Brasília.

Bastante praticado no Rio de Janeiro e em todo o litoral brasileiro, o surfe pode ser uma das modalidades de exibição do programa dos Jogos Olímpicos de 2016. Este é o desejo de atletas, dirigentes e empresários do ramo, que se reuniram com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, nesta quarta-feira, em Brasília, e ganharam apoio para a causa.

– A reunião foi surpreendente. O ministro já se posicionou e disse que enviará uma carta para o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional) pedindo a apresentação do surfe no Rio. Quando uma modalidade ganha esse status de apresentação, entra no programa dos Jogos – contou um dos idealizadores da campanha “Surf 2016”, Romeu Andreatta, que há mais de dois anos busca apoio para a inclusão da modalidade nas Olimpíadas.

A esperança do grupo é de que, com o apoio do Governo Federal, o COI aceite o pedido para a realização de um evento de apresentação do surfe em 2016. Símbolo da modalidade no país, Rico de Souza participou da reunião com Aldo Rebelo, que recebeu uma prancha de surfe de presente, e saiu do encontro bastante empolgado com a possibilidade de ver o surfe nos Jogos do Rio.

– Isso vai ser o auge, o ápice. Quando um esporte participa das Olimpíadas, ganha uma visibilidade espetacular. O tratamento ao surfista passa a ser diferente – afirmou Rico.

Ministro Aldo Rebelo surfistas 2016 (Foto: Roque de Sá / Divulgação)
Ministro posa para foto com prancha de surfe ao lado de surfistas.

A ISA (Associação Internacional de Surf) ainda não é integrante do Comitê Olímpico Internacional. No entanto, para Romeu Andreatta, a entidade já reúne condições de pleitear uma vaga na organização e brigar pela inclusão no programa oficial das Olimpíadas.

– O primeiro passo é conseguirmos essa apresentação. Depois, será preciso construir uma estrutura desportiva exigida pelo COI, o que as nossas instituições estão prontas para atender. É um seguimento que já está em mais de cem países e pronto para isso. Vai ser muito charmoso a apresentação acontecer no Rio, com a atenção do Comitê e de dirigentes do mundo todo, para que possam se atentar e, quem sabe, em 2020 não possamos disputar medalha – projetou Andreatta.

Presidente da Confederação Brasileira de Surf, Adalvo Argolo foi outro que participou do encontro e defendeu o Rio de Janeiro como local ideal para a apresentação da modalidade.

– É o momento perfeito. Cheguei a acreditar em um momento que aconteceria na Austrália, nas Olimpíadas de Sidney 2000. Infelizmente, ou felizmente, não foi lá e certamente vai ser aqui no Rio. Acho que já somos uma modalidade grande no mundo inteiro e, a entrada na família olímpica será um marco. Vamos mostrar não apenas o esporte, mas o surfe como estilo de vida, gerador de inclusão social, de emprego. Estamos em um caminho muito bom – concluiu Adalvo Argolo.

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